
sábado, 4 de outubro de 2008
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Quando quase nada diz muito: fere, insinua, esclarece, remete. Quando o hálito da palavra é o prato completo e a síntese da obra cabal, está feito o almoço. Migalhas, sim, pra que mais? Enfim, basta ver o milho para tomar ciência da espiga, da palha, do caule, do solo. Um breve sorriso remete ao picadeiro. Uma única lágrima emana toda dor. O ínfimo guarda em si o universo absoluto. Basta, portando, o mínimo. Ele diz tudo.
Um comentário:
Opa! Obrigada! Também achei muito legal o seu blog, Paulo!
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